Resenha: O signo dos quatro – Arthur Conan Doyle

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Mais Sherlock Holmes na minha vida. Uma amiga me emprestou “O signo dos quatro” no ínicio da semana e fiquei muito empolgada. Lia no início, entre as aulas e em qualquer momento em que não se estivesse fazendo algo de útil na escola. Espero que as pessoas não tenham achado muito estranho…

No livro, Miss Morstan procura a ajuda de Sherlock Holmes depois de passar por incidentes bem curiosos (como receber uma pérola no seu aniversário por seis anos seguidos) que podem estar relacionados ao desaparecimento de seu pai.

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Gostei desse bem mais do que de “O cão dos Baskerville“.  Acho que é porque o Sherlock esteve mais presente nesse livro, então foi possível acompanhar melhor o raciocínio dele (para quem não sabe, os livros são narrados pelo Dr.Watson). Parece que ele se mexe mais que o outro, porque a história não se fixa tanto em um só lugar, movimenta-se mais rápido. Enredos lentos demais me irritam.

O livro em si, mesmo tendo sido escrito no século XIX é bem confortável de ler, e a combinação de tamanho da letra + cor da página me agradou muito. Caso estejam se perguntando, o cheiro também é muito bom.

Além disso, essa edição possui gravuras e notas no final de capítulo sobre termos, teorias e a cronologia de fatos que ocorreram no livro. Muito legal!

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Tive que dar 5 estrelas para esse livro no skoob. Aliás, se quiser me acompanhar por lá, clique aqui.

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2 comentários sobre “Resenha: O signo dos quatro – Arthur Conan Doyle

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