Mundo da lua

lua

Não sei o que quero ser, nem o que devo querer, mas ao mesmo tempo sei. Confusão não é uma palavra desconhecida para mim, assim como as minhas visitas ao “mundo da lua” são frequentes. Posso até estar lá no momento e ainda não ter percebido.

Nas visitas, que ocorrem durante minhas divagações, meus passos andam de um lado para o outro, minha mente diz coisas que às vezes minha boca repete, a mão pega um lápis e risca um papel. A mente visualiza imagens inimagináveis, cria detalhes, desenha feições e assiste repetidamente.

Se a mão não escreve o corpo pula ao som da mente, da intensidade dos pensamentos e ninguém entende. E normalmente para na ideia.

Ela raramente vira uma “verdade”, não pela falta de força de vontade, mas por um bloqueio frustrante que ainda não entendi, então não posso explicar eloquentemente. Peço perdão por minha falta de conhecimento e por deixar que as palavras saiam pelo lugar errado: não pela boca, pelo coração.

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