O que fazemos (parte 2)

Quando nos achamos tão inteligentes, devemos lembrar que nem conseguimos entender o que é o amor. Podemos explicar porque as frutas caem das árvores e como se fazem os dias e as noites, mas não conseguimos conceituar o que é amar.

Pior do que não conseguir falar sobre algo é não poder realizar este ato. Aliás, pior ainda é pensar que se sabe quando não há conhecimento algum. Deixar-se enganar pela futilidade com que tratam o assunto e acreditar que não passa daquilo que se vê. Conformar-se com a situação do mundo, estar anestesiado pelos grilhões da falta de consciência.

Quero dizer, se realmente amássemos as pessoas à nossa volta, como nos comportaríamos? Se fizéssemos isso, acredito que teríamos uma postura bem diferente. Afinal, se amássemos o outro como a nós mesmos não seríamos capazes de fazer mal a ele.

Dessa forma, o amor não seria só um sentimento, mas uma atitude, um modo de viver. Algo que envolveria a todos como um abraço invisível e impossível de se libertar. Seria mais denso que uma simples palavra, e embora tão difícil de se compreender, suave. Seria único e indestrutível.

O amor que tanto procuramos deveria começar com “A” maiúsculo.

“Portanto, agora existem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém a maior delas é o amor” 1.Coríntios 13.13

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Um momento musical

violin

Um vento suave movendo as folhas. Flores voando no ar.

Uma paisagem bucólica.

Que tranquilidade.

Coloca um pouco de música. Um instrumento de cada vez.

Até que parece que fica mais alto.

Mais complexo.

Porém, apenas um sentimento.

Em cada corda, cada sopro.

Momentos a capella. Solos nem um pouco sozinhos.

As árvores dançando e as nuvens fazendo fila pra olhar.

Um amor que une todos.

Existe música sem amor?