O que fazemos (parte 2)

Quando nos achamos tão inteligentes, devemos lembrar que nem conseguimos entender o que é o amor. Podemos explicar porque as frutas caem das árvores e como se fazem os dias e as noites, mas não conseguimos conceituar o que é amar.

Pior do que não conseguir falar sobre algo é não poder realizar este ato. Aliás, pior ainda é pensar que se sabe quando não há conhecimento algum. Deixar-se enganar pela futilidade com que tratam o assunto e acreditar que não passa daquilo que se vê. Conformar-se com a situação do mundo, estar anestesiado pelos grilhões da falta de consciência.

Quero dizer, se realmente amássemos as pessoas à nossa volta, como nos comportaríamos? Se fizéssemos isso, acredito que teríamos uma postura bem diferente. Afinal, se amássemos o outro como a nós mesmos não seríamos capazes de fazer mal a ele.

Dessa forma, o amor não seria só um sentimento, mas uma atitude, um modo de viver. Algo que envolveria a todos como um abraço invisível e impossível de se libertar. Seria mais denso que uma simples palavra, e embora tão difícil de se compreender, suave. Seria único e indestrutível.

O amor que tanto procuramos deveria começar com “A” maiúsculo.

“Portanto, agora existem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém a maior delas é o amor” 1.Coríntios 13.13

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